Proposta enviada ao Governo Federal na busca de melhores condições para o comércio internacional

Frente a uma análise dos volumes gerados ao longo dos processos internacionais que o Brasil possui uma preocupante vulnerabilidade no que tange à dependência de ofertas de insumos, ao preço dos serviços de transporte e, certamente, à eficiência dos serviços aduaneiros e portuários. Dessa forma, dentre os diversos fatores que vêm afetando a logística internacional, o país tem sofrido duras consequências.






Apenas 1% dos contêineres movimentados no mundo corresponde a cargas brasileiras, de modo que com um cenário instável, diversas empresas não têm conseguido realizar suas operações no comércio exterior como de costume. Na tentativa de atenuar esse problema, foi elaborada uma nova agenda, contendo 11 propostas para reestruturar o segmento e reduzir os custos das operações. Essa agenda foi elaborada pela Confederação Nacional da Indústria, CNI, ao governo federal, no último dia 16 de agosto.

O documento continha mais de 30 assinaturas, de diferentes empresas e entidades setoriais de peso no mercado, de segmentos variados. Dentre as propostas, destaca-se:

  • Padronização de taxa cobradas pelos terminais portuários;

  • Priorização da agenda de transferência ao setor privado das administrações portuários públicas;

  • Aprovação do projeto de lei conhecido como BR do Mar, para estimular a cabotagem no País.

Foi realizada, ainda, uma pesquisa pela CNI, que contou com mais de 128 representantes do setor. A pesquisa evidenciou que 70% dos entrevistados alegam ter sofrido bastante com a escassez de contêineres e navios nos últimos meses, enquanto 96% reportaram problemas na logística da empresa em função do aumento expressivo do valor dos fretes nos processos de importação.


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